- 06/12/2025
Dorsalgia: por que suas costas doem e como a quiropraxia ajuda
Última atualização: 27 de maio de 2026 · ~8 min de leitura · Por Fábio Lamartine, Quiropraxista ABQ 1271
Aquela dor entre as omoplatas que aperta no fim do dia. O peso na parte de cima das costas depois de horas na tela. O incômodo que volta sempre na mesma região. Talvez você esteja convivendo com uma dorsalgia.
Conviver com essa queixa não precisa ser rotina. O que segue reúne o essencial sobre a dorsalgia, os sinais que pedem atenção médica e onde a quiropraxia entra. Com triagem cuidadosa em primeiro lugar.
O que é a dorsalgia
A dor na parte de cima das costas (a coluna torácica).
Dorsalgia é o nome técnico da dor na coluna torácica, entre o pescoço e a lombar. Tem doze vértebras nessa região, e cada uma se encaixa em um par de costelas.
Pense na sua coluna torácica como uma jaula de proteção. Doze vértebras (os “andares”), doze pares de costelas (as “barras”) e dezenas de juntas entre vértebras, costelas e esterno. Tudo isso fica em volta de órgãos vitais (coração, pulmão, esôfago). Por causa das costelas, ela tem menos mobilidade que o pescoço ou a lombar. Mas as muitas juntas podem travar e doer.
É menos comum que cervicalgia ou lombalgia. Mas uma parcela importante das pessoas tem pelo menos um episódio na vida. É mais comum em adolescentes (postura na tela, mochila pesada) e em adultos sentados o dia todo.
Tipos de dorsalgia
A dorsalgia se organiza por causa:
✓ Mecânica: A maior parte dos casos. Vem de junta travada entre vértebra e costela, postura mantida, esforço e tensão. Sem causa estrutural grave na imagem.
✓ Postural: Ligada ao aumento da curvatura natural (corcunda) e à cabeça projetada à frente. Comum em quem trabalha em tela.
✓ Estrutural: Rara. Inclui hérnia torácica, doença que afeta a forma da coluna em adolescentes, desgaste avançado ou fratura por perda óssea.
✓ Vinda de órgão (não é dorsalgia de verdade): Dor que parece vir das costas mas tem origem em órgão (coração, pulmão, vesícula, pâncreas). Diferenciar isso é parte da consulta.
As causas e os fatores de risco
Postura, esforço, tensão e o que se soma no dia a dia. transição dorso-lombar: origem mecânica de ambas as dores
A sua dorsalgia raramente tem só uma origem. Os fatores mais comuns:
✓ Postura mantida na tela: Cabeça à frente, ombros adiantados, costas curvadas. Pesa nos músculos entre as escápulas.
✓ Junta travada entre vértebra e costela: Cada vértebra torácica tem seis juntas. Quando uma trava, gera dor que pode imitar quadros de órgão.
✓ Pontos de tensão muscular: Em trapézio, romboides e músculos da coluna. Aparecem com estresse crônico.
✓ Aumento da curvatura natural (corcunda): Pode ser postural (corrigível) ou estrutural.
✓ Mochila pesada ou ergonomia ruim: Comum em estudantes ou em quem carrega peso de um lado só.
✓ Esforço respiratório longo: Tosse crônica, asma. Pesam nos músculos das costelas.
✓ Estresse e tensão crônica: A região entre as escápulas vira “depósito de tensão” para muita gente.
✓ Pouca atividade física: Costas com músculos fracos toleram menos o esforço.
Identificar quais fatores pesam no seu caso é parte da consulta.
Sintomas e sinais que pedem atenção
Em dorsalgia, diferenciar dor mecânica de dor vinda de órgão é prioridade. hipercifose torácica como causa estrutural da dorsalgia
Sinais e sintomas comuns
A dorsalgia aparece de várias formas. As mais comuns são:
- Dor entre as escápulas ou ao lado da coluna torácica.
- Sensação de “punhal” ou pontada que piora ao respirar fundo.
- Rigidez ao acordar ou depois de ficar muito tempo parado.
- Dor que piora ao curvar para a frente ou ao girar o tronco.
- Estalos ao se espreguiçar (em geral sem peso clínico).
- Tensão constante nos ombros e na parte alta das costas.
Para entender um cenário relacionado: dorsalgia alta e cervicalgia: dores que frequentemente se sobrepõem.
Quadros que saem do escopo da quiropraxia
Dor torácica pede atenção redobrada. Alguns quadros saem do escopo da quiropraxia. Nesses casos, o cuidado começa pelo médico ou no hospital:
- Dor que aperta o peito com pressão, sobretudo no esforço. Pode ir para o braço esquerdo, a mandíbula ou o pescoço. Pode vir com falta de ar e suor frio.
- Falta de ar recente sem causa clara, com dor torácica.
- Dor torácica em repouso que melhora deitado e piora sentado.
- Dor súbita nas costas após esforço, em pessoa com perda óssea ou uso longo de cortisona.
- Trauma recente forte (queda, acidente) com dor torácica que fica.
- Febre, perda de peso, suor à noite com dor torácica nova.
- Histórico de câncer (pulmão, mama, próstata) com dor torácica nova.
- Sinais de lesão na medula: fraqueza nas pernas, alteração no andar, perda de controle urinário.
- Tosse persistente com sangue associada à dor torácica.
Esses sinais costumam ter o cardiologista, o pneumologista ou o hospital como referência.
Quiropraxia ajuda na dorsalgia?
Cuidado conservador com triagem de segurança e diferencial em primeiro lugar.
Aqui, a quiropraxia é considerada para queixas mecânicas. Dor torácica mecânica, tensão entre as escápulas, juntas vizinhas travadas. Em paciente já avaliado pelo médico, sem sinais de origem em órgão ou em problema cardiovascular.
A dorsalgia mecânica está entre as condições com base científica sólida para o ajuste da coluna torácica. As revisões mais recentes mostram algo importante. O ajuste da coluna torácica reduz a dor e melhora a função na dor torácica e também na dor no pescoço. É o efeito conhecido: soltar a coluna torácica também alivia o pescoço.
O cuidado costuma combinar:
- Ajuste das juntas da coluna torácica e das costelas (quando indicado e seguro).
- Mobilização da junta nos casos sem indicação de ajuste em alta velocidade.
- Liberação miofascial dos músculos entre as escápulas e da parte de cima das costas.
- Exercício para os músculos da escápula e da parte de trás dos ombros.
- Orientação postural para reduzir a sobrecarga na tela.
- Reeducação da respiração quando a respiração curta faz parte do quadro.
O diferencial com dor vinda de órgão
Em dorsalgia, a triagem para descartar origem em órgão é parte essencial. A coluna torácica recebe os mesmos nervos que vários órgãos. A dor entre as escápulas, às vezes, vem do coração, do pulmão, da vesícula ou do pâncreas. A consulta investiga:
- Como a dor se comporta (piora no esforço? melhora deitado?).
- Sintomas junto à dor (falta de ar, suor frio, náusea, alteração no intestino).
- Histórico (fatores de risco cardíaco, quadros anteriores, medicações).
- Resposta ao toque e ao teste de movimento (a dor mecânica costuma reproduzir ao mover. A dor vinda de órgão, não).
Em qualquer dúvida sobre origem em órgão, encaminhamos ao médico.
Dor torácica com sinais cardíacos ou pulmonares: o encaminhamento vem primeiro
Dor no meio das costas com irradiação para o peito, falta de ar, suor frio ou dor que vai para o braço ou a mandíbula é triada na consulta e encaminhada ao médico ou ao hospital imediatamente. Esses sinais indicam possível origem cardíaca ou pulmonar (quadros que saem do escopo da quiropraxia). Nenhum ajuste manual é feito antes de descartar essa origem. Na QuiroNutri®, a triagem de sinais de órgão é parte obrigatória da avaliação em qualquer queixa de dor torácica.
O que a quiropraxia faz e não faz na dorsalgia
Faz: avaliação clínica completa, com exame da coluna torácica e testes nas juntas. Leitura e interpretação dos seus exames de imagem (raio-X, ressonância, tomografia) trazidos por você. Triagem dos sinais de origem em órgão. Ajuste e mobilização da coluna torácica e das costelas. Liberação miofascial dos músculos entre as escápulas. Técnicas com instrumento em casos com cuidado extra. Orientação sobre postura, ergonomia e respiração. Encaminhamento ao cardiologista, pneumologista ou ortopedista de coluna quando o caso pede.
Não faz: prescrição de medicamento. Solicitação de exame de imagem (quem solicita é o médico: mas os quiropraxistas da QuiroNutri® leem e interpretam os exames trazidos pelo paciente). Conduta em fratura, infecção ou lesão na medula. A quiropraxia sozinha não trata dor de causa em órgão
Como cuidamos disso na QuiroNutri®
Quatro fases. Triagem cuidadosa em primeiro lugar. QuiroNutri® no manejo da dor torácica difusa
Na QuiroNutri®, em Indaiatuba, o atendimento é em quatro fases.
1. Consulta inicial com triagem de segurança. Antes da consulta, você recebe uma ficha pelo WhatsApp. Ela mapeia o seu histórico, queixas e exames. Na clínica, fazemos a anamnese (com olhar para o diferencial cardíaco e pulmonar), o exame da coluna torácica e os testes nas juntas das costelas. Em seguida, o toque nos pontos de tensão muscular, a análise da postura e da respiração. Em qualquer suspeita de origem em órgão, encaminhamos ao médico antes do cuidado.
2. Plano feito com você. Definimos juntos as metas e os marcos de revisão. O quiropraxista define o número de sessões na consulta. Não trabalhamos com pacotes fixos. Conversamos sobre o seu programa para a parte de trás dos ombros (escápula, romboides, coluna). E também ergonomia da tela e cuidado com o estresse quando relevante. As técnicas são explicadas antes de cada etapa e você decide se autoriza.
3. Fases ativas. Técnicas adaptadas ao seu quadro. Em fase aguda: ajuste da coluna torácica (quando seguro), mobilização das juntas das costelas e liberação miofascial dos músculos das escápulas. Em fase crônica: foco no programa de exercício e nas mudanças posturais. Em casos sem indicação de ajuste em alta velocidade, usamos técnicas com instrumento e mobilizações suaves. Conheça um dos quiropraxistas da QuiroNutri®.
4. Manutenção. Depois do alívio, o foco é sustentar o ganho. Revisões em intervalos definidos com você. Manutenção dos hábitos: ergonomia, exercício regular, cuidado com o estresse, atenção à respiração.
A ciência por trás do alívio
Por que o ajuste atua sobre a dor da dorsalgia? Os estudos mostram três caminhos.
O primeiro é o portão da dor. Pense em uma via expressa e uma via lenta que levam sinais à medula. O ajuste cria um forte sinal de movimento. Ele chega primeiro e fecha o portão para o sinal de dor que viria pela via lenta. É como quando você bate o cotovelo e sem pensar esfrega o local.
O segundo é soltar a tensão dos músculos. Em volta de uma junta travada, os músculos da coluna e os entre as escápulas ficam tensos. Mantida por semanas, essa tensão vira parte do problema. O ajuste corta o reflexo e o músculo relaxa.
O terceiro é o retorno do movimento nas juntas vizinhas. Quando uma vértebra trava, as juntas das costelas e as outras vizinhas compensam. Liberar essa cadeia divide melhor a carga e reduz a sobrecarga local. Por isso, mexer na coluna torácica também atua sobre a dor no pescoço.
Esses três caminhos explicam o alívio que muitos pacientes relatam. O exercício e a postura firmam o ganho.
Prevenção e cuidados contínuos
Hábitos que protegem a coluna torácica ao longo do tempo.
A dorsalgia não tem prevenção total. Mas dá para reduzir o risco e a frequência:
✓ Ergonomia da tela: Monitor à altura dos olhos, distância de um braço, cotovelos apoiados, ombros soltos.
✓ Pausas curtas no trabalho: A cada bloco de tempo na mesma posição, levante, alongue a frente do tronco, faça círculos com os ombros.
✓ Fortalecer a parte de trás dos ombros: Romboides, parte média do trapézio, manguito do ombro. Programas de remada, abertura e retração.
✓ Mobilidade da coluna torácica: Rotação e extensão (rolo de espuma, exercícios de mobilidade torácica).
✓ Reduzir o tempo com ombros à frente: Celular à altura dos olhos, mochila com duas alças.
✓ Atenção à respiração: Respirar com a barriga (não só com o peito) reduz a carga nos músculos das costelas.
✓ Cuidado com o estresse: Sono regular, lazer e relaxamento. A região entre as escápulas é “depósito de tensão” de muita gente.
✓ Manter peso adequado: Sobrepeso aumenta a curvatura torácica e a carga.
Revisões com o quiropraxista, o fisio ou o médico ajudam a ajustar o cuidado conforme você muda.
Coluna torácica móvel, respiração livre em Indaiatuba
Você não precisa conviver com dor entre as escápulas o tempo todo. A dor entre as escápulas. A sensação de “punhal” ao respirar fundo. A rigidez ao acordar. A tensão nos ombros. Esses sinais respondem ao cuidado integrado. A dorsalgia tem boa base científica para o ajuste da coluna torácica.
Na QuiroNutri®, em Indaiatuba, o cuidado tem escopo claro. Consulta com triagem cuidadosa. Leitura dos seus exames. Plano em quatro fases adaptado ao seu quadro. Com encaminhamento ao cardiologista, pneumologista ou ortopedista de coluna quando o caso pede. Mais de 450 pacientes atendidos e mais de 210 avaliações cinco estrelas no Google.
Na consulta, o quiropraxista esclarece se o cuidado tem espaço no seu caso e define com você o plano adequado.
Perguntas frequentes sobre Quiropraxia para Dorsalgia
Autoria e revisão por:
Fábio Lamartine
Quiropraxista ABQ 1271
Quiropraxista com formação superior e registro na ABQ. É especialista no cuidado da coluna vertebral e em técnicas manuais com foco no tratamento de condições complexas como dores nas costas, pescoço, hérnia de disco, dor ciática e articulações, aplica ajustes precisos e seguros para restaurar a mobilidade e apoiar o alívio progressivo.
Ver Currículo
Referências bibliográficas
- Briggs, A.M., Smith, A.J., Straker, L.M., Bragge, P. (2009). Thoracic spine pain in the general population: prevalence, incidence and associated factors. BMC Musculoskeletal Disorders, 10:77.
- Masaracchio, M., Kirker, K., States, R., Hanney, W.J., Liu, X., Kolber, M. (2019). Thoracic spine manipulation for the management of mechanical neck pain: A systematic review and meta-analysis. PLOS One, 14(2):e0211877.
- Cleland, J.A., Mintken, P.E., Carpenter, K., et al. (2010). Examination of a clinical prediction rule to identify patients with neck pain likely to benefit from thoracic spine thrust manipulation: multi-center randomized clinical trial. Physical Therapy, 90(9):1239-1250.
- Bryans, R., Decina, P., Descarreaux, M., et al. (2014). Evidence-based guidelines for the chiropractic treatment of adults with neck pain. Journal of Manipulative and Physiological Therapeutics, 37(1):42-63.
- Bialosky, J.E., Bishop, M.D., Price, D.D., Robinson, M.E., George, S.Z. (2009). The mechanisms of manual therapy in the treatment of musculoskeletal pain: a comprehensive model. Manual Therapy, 14(5):531-538.
Disclaimer: As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a avaliação individual feita por um profissional de saúde qualificado da Clínica QuiroNutri®. Artigo escrito e revisado por Fábio Lamartine, quiropraxista registrado na ABQ (nº 1271). Agendar Consulta
Estudos de caso Quiropraxia
Alívio da Dor Crônica nas Costas: O Caso de I.N.C. com Desconforto na Lombar e Bacia
I.N.C., 32 anos, atua na construção civil após anos de trabalho intenso nos canaviais da Bahia. Chegou com dor forte na bacia direita e lombar baixa. Já havia enfrentado crises graves, sendo até levado ao pronto-socorro travado.
Na primeira sessão, aplicamos técnicas para liberação da bacia e lombar. O alívio foi imediato: 80% da dor desapareceu (relato individual (resultados variam) e os movimentos voltaram sem desconforto). A quiropraxia tem sido aplicada como abordagem complementar à dor lombar crônica, com objetivo de recuperação da mobilidade.
Agendar Whatsapp
Recuperação e Estabilidade Articular: O Caso de J.G.N. com Luxação de Ombro
J.G.N., 30 anos, chegou com histórico de luxação no ombro esquerdo há 9 anos. Desde então, convivia com desconforto constante e torcicolos frequentes. Um espirro recente causou nova luxação, gerando preocupação com a estabilidade.
Após a primeira sessão de quiropraxia, a dor sumiu e a mobilidade do ombro melhorou. O torcicolo também desapareceu. Hoje, segue em manutenção regular, sentindo-se bem. Após o protocolo, o paciente relatou melhora subjetiva na estabilidade articular percebida e funcionalidade.
Agendar Whatsapp
Recuperação da Dor na Lombar: O Caso de W.A.M.O. com Longas Horas de Trabalho Sentado
W.A.M.O., 38 anos, empresário que passa longas horas sentado, chegou com dor lombar, principalmente à direita. Estava há 2 anos e meio sem acompanhamento, apesar de já conhecer os bons resultados da quiropraxia em episódios anteriores de dor.
Duas semanas após o início do tratamento, relatou evolução percebida pelo paciente, mesmo após um evento estressante. Hoje faz sessões preventivas a cada 2 meses. Durante o acompanhamento, o paciente relatou alívio progressivo do desconforto lombar em quem trabalha sentado.
Agendar Whatsapp
Depoimentos de pacientes
Lídia R.
Tratamento: Quiropraxia
Ameeei!!! Cheguei com dores musculares constantes, tomando relaxantes e dipirona quase todos os dias, além de torcicolos recorrentes. Já na primeira sessão com o Fábio senti um alívio incrível (as dores sumiram e não precisei mais tomar nenhum medicamento). Recomendo demais!
Rosangela C.
Tratamento: Quiropraxia e Nutrição
Procurei a Quironutri por conta de dores na lombar e nos joelhos e acabei descobrindo 2 profissionais fantásticos que associam o tratamento corporal e a orientação nutricional para pontencializar os resultados. Super recomendo tanto o Fábio (quiropratico) quanto a Eleni (nutricionista).
Aline S.
Tratamento: Quiropraxia
Estou simplesmente encantada com o resultado. Cheguei com dores. E com a postura torta e dolorida e Simplesmente sai com a sensação de leveza, e o mais importante sem nada de dor. Sem falar, na apresentação que não deixa nada de dúvida. E o Fábio é um excelente profissional.
Willan M.
Tratamento: Quiropraxia
Atendimento diferenciado, profissional no que faz tem muito conhecimento no que faz, gostei muito, ele explica tudo antes pra você entender o que é a quiropraxia, melhorando assim a sua experiência, no atendimento!
Claudia M.
Tratamento: Quiropraxia
Estava sofrendo com muitas dores no corpo, depois de 2 sessões já me sinto bem melhor! Já marcamos a 3 sessão. Atendimento excelente , espaço super aconchegante, a simpatia do Fábio faz a gente sentir em família, sugiro a você marque logo uma sessão!
Anderson M.
Tratamento: Quiropraxia
Passei com Dr Fábio e fui muito bem atendido, desde o atendimento ao procedimento. Na primeira sessão fui orientado sobre posturas e ja fizemos os ajustes no corpo. Desde então passo regularmente, pois toda sessão traz bem estar, alívio para o corpo e mente.

