- 28/05/2026
Dor crônica: cuidado em equipe e onde entra a quiropraxia
Última atualização: 29 de maio de 2026 · ~8 min de leitura · Por Fábio Lamartine, Quiropraxista ABQ 1271
Aquela dor que já dura meses sem dar trégua. O cansaço de buscar respostas em vários consultórios. A vontade de voltar a viver sem o incômodo no caminho. A dor crônica pede cuidado em equipe.
O que segue reúne o essencial sobre dor crônica, por que o cuidado é em equipe, e onde a quiropraxia entra como apoio. Com escopo realista e sem promessa.
O que é dor crônica
Dor que persiste por muito tempo. Não é só “dor que dura”.
Dor crônica é dor que persiste por três meses ou mais, além do tempo esperado de recuperação do tecido. O limiar de três meses é o critério operacional atual (IASP, 2020). A dor aguda funciona como alarme — protege o corpo de um dano. A dor crônica é diferente: perde a função protetiva e passa a existir como condição em si. Em parte dos casos, há causa identificável de fundo (artrose avançada, hérnia, doença reumática). Em outra parte, a investigação não encontra causa clara, mas a dor é real e impacta o dia a dia.
O modelo atual em dor crônica é o biopsicossocial. A dor que a pessoa sente é o resultado de uma combinação de fatores: o que acontece no corpo (juntas, músculos, nervos, doença de base), o que acontece no sistema nervoso central (que pode amplificar os sinais de dor com o tempo) e o que acontece na vida (sono, estresse, humor, rotina). Isso não significa que “a dor está na sua cabeça”. A dor é completamente real e medida do corpo. Significa que o cuidado precisa olhar para o conjunto (não só para o tecido).
Uma característica comum em dor crônica é que o sistema nervoso fica mais sensível com o tempo. A pessoa pode sentir dor com estímulos que antes não doíam, ou sentir dor mais forte do que o estímulo justifica. Isso tem nome técnico, mas o importante é: é uma resposta do corpo a meses ou anos de dor, não falha da pessoa. Reconhecer essa parte do quadro muda como o cuidado é feito.
Por que o cuidado é em equipe
Cinco frentes que costumam entrar. Coordenadas. Costumam se conectar com cuidado das dores do sistema musculoesquelético e dor cronica em equipe e fibromialgia.
A base mais sólida em dor crônica converge no mesmo ponto: nenhuma frente isolada é suficiente. O cuidado em equipe rende mais. As cinco frentes principais:
O médico
Em dor crônica, o primeiro ponto é entender o que está acontecendo. O médico investiga, dirige o cuidado da causa de fundo (artrose, hérnia, doença reumática, neurológica, outras) e coordena o plano. Em quadros complexos, o médico da dor é referência (atende em clínicas da dor, com abordagem em equipe).
O psicólogo
Dor crônica e saúde mental andam juntas. Estresse, ansiedade, depressão são comuns em quem convive com dor por muito tempo. Isso não quer dizer que a dor é “psicológica”. Quer dizer que cuidar do estresse, do sono e do humor faz parte do cuidado da dor em si. A terapia cognitivo-comportamental (chamada de TCC, com o psicólogo) tem base sólida em dor crônica, ajuda a lidar com a dor e melhora função.
O fisio (reabilitação e exercício adequado)
Movimento e exercício de força adequado são a frente com mais base nos estudos em dor crônica. O fisio orienta o programa que cabe no caso — conforme a condição, idade e função atual. Em dor crônica, o exercício pode parecer contraintuitivo no início. Mas é uma das frentes mais consistentes em melhora de função e redução da dor ao longo do tempo.
O cuidado do sono
Sono ruim aumenta a percepção da dor. Dor aumenta o sono ruim. É um ciclo. Cuidar do sono é parte do cuidado da dor. Em sono ruim que persiste, o cuidado começa pelo médico do sono ou clínico.
O suporte emocional e social
A vida com dor crônica é desgastante para a pessoa e para quem está perto. Suporte social, comunicação com a família, grupos de apoio ajudam. Em quem sente que está “afundando”, o cuidado é com o psicólogo ou psiquiatra. Em pensamentos de não querer mais estar aqui, o cuidado é imediato (o CVV atende pelo 188, ligação gratuita, 24h). O pronto-atendimento mais próximo também está disponível para emergências.
Sinais que pedem o médico
Sinais de alerta. Quando o cuidado começa pelo médico, não pelo quiropraxista. Aparecem em contextos como quiropraxia para Dor Muscular ou Articular na e cuidado em equipe para enxaqueca cronica.
A dor crônica em si pede o médico como ponto inicial e como referência ao longo do cuidado. Mas há sinais que pedem investigação adicional:
✓ Perda de força em braço ou perna: sem causa clara.
✓ Dormência ou formigamento que piora:
✓ Perda de controle de fezes ou urina, dormência em região da sela: (quadro grave da coluna, cuidado hospitalar).
✓ Febre, perda de peso, mal-estar: junto com a dor.
✓ Dor noturna intensa que não passa com descanso: dor que mudou de padrão recente.
✓ Dor que mudou de característica: após anos no mesmo padrão.
✓ Trauma recente: com piora da dor.
✓ Pensamentos de não querer mais estar aqui ou de tirar a própria vida: (cuidado imediato). O CVV atende pelo 188, ligação gratuita, 24h. O pronto-atendimento mais próximo também está disponível para emergências.
Quadros que saem do escopo da quiropraxia
Os pontos abaixo saem do escopo da quiropraxia e pedem o médico:
- Dor crônica com causa neurológica, oncológica, infecciosa ou inflamatória/autoimune.
- Quadro com necessidade de medicação específica (analgesia complexa, dor de origem nos nervos).
- Quadro com sofrimento emocional importante (depressão, ansiedade que limita a vida) (psicólogo e/ou psiquiatra).
- Sinais que saem do escopo (acima).
Um tema próximo que pode ajudar: mais informacoes.
A quiropraxia entra como apoio no componente mecânico de dor crônica, em paciente já em cuidado em equipe. Não substitui nenhuma das outras frentes.
Onde a quiropraxia entra na dor crônica
Componente mecânico. Em conjunto com o resto. Sem promessa. abordagem conservadora para Queixas Digestivas e Dor das
Em dor crônica com componente mecânico (dor lombar, dor cervical, juntas com restrição, músculos tensos), o cuidado quiroprático pode entrar como apoio. A base de evidência cobre dor lombar e cervical crônicas de fundo mecânico, em adultos sem contraindicação, dentro de plano em equipe. Os estudos apontam efeitos de magnitude moderada (o cuidado quiroprático não é a frente central, mas contribui dentro do conjunto).
O que o quiropraxista faz:
Ajuste das juntas com restrição. Juntas com pouco movimento contribuem para a queixa. O ajuste devolve mobilidade à junta. Em dor crônica, a melhora costuma ser modesta e gradual (não há “milagre”). O alívio é parte de um plano maior.
Liberação miofascial dos músculos tensos. A musculatura ao redor da queixa costuma ficar tensa. Pressão sustentada nos pontos de tensão pode reduzir a tensão local. É apoio dentro do plano em equipe.
Orientação prática. Conversa sobre rotina, postura no dia a dia, exercício, sono, estresse. Estímulo para que o cuidado em equipe seja efetivamente seguido (sem isso, qualquer frente isolada tende a render menos).
O que a quiropraxia NÃO faz em dor crônica
✓ Não dá conta da dor crônica sozinha: Não há solução rápida (e ninguém deveria prometer isso).
✓ Não substitui o médico que cuida da causa de fundo:
✓ Não substitui o psicólogo no cuidado emocional:
✓ Não substitui o exercício de força adequado: orientado pelo fisio ou educador físico.
✓ Não trata causas oncológicas, neurológicas, inflamatórias/autoimunes da dor:
✓ Não é solução isolada: Em dor crônica, qualquer frente isolada tende a render menos que o conjunto.
Por que quiropraxia e não só remédio?
Os remédios têm papel claro em dor crônica. O cuidado da medicação é do médico. A base atual recomenda cuidado combinado: exercício, educação sobre a dor, terapia psicológica, cuidado das juntas e músculos quando há componente mecânico. Remédio sozinho tende a render menos no longo prazo, com efeitos adversos relevantes em uso prolongado. Não interrompa nem ajuste a medicação por conta própria.
Como cuidamos disso na QuiroNutri®
Quatro fases. Sem pacote fixo. Em coordenação com o cuidado em equipe.
Na QuiroNutri®, em Indaiatuba, o atendimento de quem chega com dor crônica segue quatro fases, com atenção à escuta e ao encaminhamento.
1. Consulta inicial. Antes da consulta, você recebe uma ficha pelo WhatsApp. Ela mapeia histórico da dor, cuidados em curso, exames, rotina, sono, estresse. Na clínica, anamnese sobre a queixa. Triagem dos sinais que pedem o médico. Em paciente que não está em cuidado médico, o encaminhamento ao médico é o primeiro passo (antes ou em paralelo).
2. Exame por estrutura. Análise da postura. Exame das juntas envolvidas. Avaliação dos pontos de tensão. Pergunta-chave: o caso tem componente mecânico em que o cuidado quiroprático pode ajudar como apoio?
3. Plano feito com você. Ajuste das juntas com restrição e liberação miofascial dos músculos tensos, quando faz sentido. As técnicas são explicadas antes de cada etapa. Você decide se autoriza. Orientação prática para a rotina. Em pontos que saem do escopo, encaminhamento (ao psicólogo, ao fisio, ao médico do sono, ao médico da dor). Conheça um dos quiropraxistas da QuiroNutri®.
4. Seguimento. Revisões com marcadores objetivos: dor, função, sono, mobilidade. O quiropraxista define o nº de sessões na consulta. Sem pacote fixo. Em dor crônica, a melhora costuma ser gradual e depende do conjunto.
A ciência por trás do alívio do componente mecânico
Por que o ajuste e a liberação miofascial podem ajudar em dor crônica mecânica? Dois caminhos diretos.
O primeiro é mecânico. Junta com pouco movimento volta a se mover depois do ajuste. Músculo tenso fica menos contraído depois da liberação. A região recupera função.
O segundo é o circuito da dor. O movimento da junta estimula vias aferentes que modulam a transmissão dos sinais de dor. Esse efeito hipoalgésico é de curto prazo e de magnitude modesta (a base atual não sustenta duração além das horas seguintes à sessão sem repetição do estímulo). Em dor crônica, o mecanismo é aditivo ao conjunto, não substitutivo.
O terceiro caminho não está na quiropraxia em si, mas no plano em equipe. O plano: cuidado das juntas e músculos + exercício de força + cuidado do sono + cuidado do estresse + cuidado da causa de fundo. É o conjunto que rende em dor crônica.
Manejo contínuo e cuidado de si
Cinco pontos que fazem diferença na rotina. tratamento na QuiroNutri para Dor no Quadril
Dor crônica pede cuidado contínuo. Não no sentido de “se entregar à dor”. No sentido de cuidar de si com paciência. Cinco pontos:
✓ Movimento regular: Caminhada, natação, hidroginástica, bicicleta, pilates, dança (o que cabe e dá prazer). O exercício adequado, com orientação, é uma das frentes com mais base.
✓ Cuidado do sono: Rotina de horário, ambiente escuro e silencioso, evitar telas antes de dormir. Em queixa que persiste, o cuidado começa pelo médico do sono.
✓ Cuidado do estresse: Respiração, atividade física regular, suporte do psicólogo quando preciso. A TCC tem base sólida em dor crônica.
✓ Conexão: Dor crônica isola. Manter convívio, conversar com quem é próximo, buscar grupos de apoio ajuda mais do que parece.
✓ Atenção aos sinais: Em quadro novo ou em piora, em sinais de alerta, retornar ao médico. Em queixa mecânica de fundo conhecido, retornar à clínica quando faz sentido.
Cuidado da dor crônica com escopo claro em Indaiatuba
Conviver com dor há meses ou anos é desgastante. Para a pessoa que sente, e para quem está perto. Não há fórmula rápida. Qualquer profissional que prometa alívio total merece desconfiança. O que há é cuidado em equipe (médico, psicólogo, fisio, atividade física, sono, suporte emocional) que, em parte dos casos, reduz a intensidade e melhora a função ao longo do tempo. Resultados variam entre pessoas. O objetivo central em dor crônica é com frequência reduzir o impacto na vida, não eliminar a dor.
Na QuiroNutri®, em Indaiatuba, o cuidado em dor crônica é honesto. Apoio no componente mecânico, em paciente em cuidado em equipe. Sem promessa de alívio total. Sem pacote fixo. Triagem dos sinais que pedem o médico. Encaminhamento ao que sai do escopo (psicólogo, fisio, médico do sono, médico da dor). + de 450 pacientes atendidos. + de 210 avaliações cinco estrelas no Google.
Na consulta, o quiropraxista esclarece se o cuidado tem espaço no seu caso, dentro do plano em equipe.
Perguntas frequentes sobre Quiropraxia para Dor Crônica
Autoria e revisão por:
Fábio Lamartine
Quiropraxista ABQ 1271
Quiropraxista com formação superior e registro na ABQ. É especialista no cuidado da coluna vertebral e em técnicas manuais com foco no tratamento de condições complexas como dores nas costas, pescoço, Dor Crônica em Indaiatuba, dor ciática e articulações, aplica ajustes precisos e seguros para restaurar a mobilidade e contribuir para o alívio da dor.
Ver Currículo
O cuidado multidisciplinar se apoia em medidas objetivas de evolução. O exame de bioimpedância em Indaiatuba acompanha a composição corporal como parte desse acompanhamento integrado.
Referências bibliográficas
- Foster, N.E., Anema, J.R., Cherkin, D., et al. (2018). Prevention and treatment of low back pain: evidence, challenges, and promising directions. The Lancet, 391(10137), 2368-2383.
- Coulter, I.D., Crawford, C., Hurwitz, E.L., et al. (2018). Manipulation and mobilization for treating chronic low back pain: a systematic review and meta-analysis. Spine Journal, 18(5), 866-879.
- Geneen, L.J., Moore, R.A., Clarke, C., et al. (2017). Physical activity and exercise for chronic pain in adults: an overview of Cochrane Reviews. Cochrane Database of Systematic Reviews, 4, CD011279.
- Williams, A.C., Fisher, E., Hearn, L., Eccleston, C. (2020). Psychological therapies for the management of chronic pain (excluding headache) in adults. Cochrane Database of Systematic Reviews, 8, CD007407.
- Bronfort, G., Haas, M., Evans, R., Leininger, B., Triano, J. (2010). Effectiveness of manual therapies: the UK evidence report. Chiropractic & Osteopathy, 18, 3.
Disclaimer: As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a avaliação individual feita por um profissional de saúde qualificado da Clínica QuiroNutri®. Artigo escrito e revisado por Fábio Lamartine, quiropraxista registrado na ABQ (nº 1271). Agendar Consulta
Estudos de caso Quiropraxia
Alívio da Dor Crônica nas Costas: O Caso de I.N.C. com Desconforto na Lombar e Bacia
I.N.C., 32 anos, atua na construção civil após anos de trabalho intenso nos canaviais da Bahia. Chegou com dor forte na bacia direita e lombar baixa. Já havia enfrentado crises graves, sendo até levado ao pronto-socorro travado.
Na primeira sessão, aplicamos técnicas para liberação da bacia e lombar. O alívio foi imediato: 80% da dor desapareceu (relato individual (resultados variam) e os movimentos voltaram sem desconforto). A quiropraxia tem sido aplicada como abordagem complementar para dor lombar crônica e recuperação da mobilidade.
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Recuperação e Estabilidade Articular: O Caso de J.G.N. com Luxação de Ombro
J.G.N., 30 anos, chegou com histórico de luxação no ombro esquerdo há 9 anos. Desde então, convivia com desconforto constante e torcicolos frequentes. Um espirro recente causou nova luxação, gerando preocupação com a estabilidade.
Após a primeira sessão de quiropraxia, a dor sumiu e a mobilidade do ombro melhorou. O torcicolo também desapareceu. Hoje, segue em manutenção regular, sentindo-se bem. A quiropraxia foi aplicada como apoio na recuperação da estabilidade articular e funcionalidade.
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Recuperação da Dor na Lombar: O Caso de W.A.M.O. com Longas Horas de Trabalho Sentado
W.A.M.O., 38 anos, empresário que passa longas horas sentado, chegou com dor lombar, principalmente à direita. Estava há 2 anos e meio sem acompanhamento, apesar de já conhecer os bons resultados da quiropraxia em episódios anteriores de dor.
Duas semanas após o início do tratamento, relatou evolução percebida pelo paciente, mesmo após um evento estressante. Hoje faz sessões preventivas a cada 2 meses. A quiropraxia tem sido utilizada como abordagem complementar para dor lombar em quem trabalha sentado.
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Depoimentos de pacientes
Lídia R.
Tratamento: Quiropraxia
Ameeei!!! Cheguei com dores musculares constantes, tomando relaxantes e dipirona quase todos os dias, além de torcicolos recorrentes. Já na primeira sessão com o Fábio senti um alívio incrível (as dores sumiram e não precisei mais tomar nenhum medicamento). Recomendo demais!
Rosangela C.
Tratamento: Quiropraxia e Nutrição
Procurei a Quironutri por conta de dores na lombar e nos joelhos e acabei descobrindo 2 profissionais fantásticos que associam o tratamento corporal e a orientação nutricional para pontencializar os resultados. Super recomendo tanto o Fábio (quiropratico) quanto a Eleni (nutricionista).
Aline S.
Tratamento: Quiropraxia
Estou simplesmente encantada com o resultado. Cheguei com dores. E com a postura torta e dolorida e Simplesmente sai com a sensação de leveza, e o mais importante sem nada de dor. Sem falar, na apresentação que não deixa nada de dúvida. E o Fábio é um excelente profissional.
Willan M.
Tratamento: Quiropraxia
Atendimento diferenciado, profissional no que faz tem muito conhecimento no que faz, gostei muito, ele explica tudo antes pra você entender o que é a quiropraxia, melhorando assim a sua experiência, no atendimento!
Claudia M.
Tratamento: Quiropraxia
Estava sofrendo com muitas dores no corpo, depois de 2 sessões já me sinto bem melhor! Já marcamos a 3 sessão. Atendimento excelente , espaço super aconchegante, a simpatia do Fábio faz a gente sentir em família, sugiro a você marque logo uma sessão!
Anderson M.
Tratamento: Quiropraxia
Passei com Dr Fábio e fui muito bem atendido, desde o atendimento ao procedimento. Na primeira sessão fui orientado sobre posturas e ja fizemos os ajustes no corpo. Desde então passo regularmente, pois toda sessão traz bem estar, alívio para o corpo e mente.

